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13/07/2014

ALEMANHA É CAMPEÃ DA COPA DO MUNDO 2014

Alemanha conquista à Copa do Mundo 2014
Alemanha conquista o tetracampeonato e mostra porque foi a melhor seleção do torneio


A crônica de uma final histórica

A Copa do Mundo chegou ao seu final, após os meses de junho e julho o planeta bola pôde sentir toda emoção e vibrar com os 64 jogos que movimentaram sentimentos das 32 seleções participantes e também de outros países que não puderam ter a grande chance de estar presente na festa, seja compartilhada nas ruas das capitais como palco em disputa das partidas ou dentro das famosas Arenas construídas as pressas. Mas nem por isso foram motivos de chacotas diante dos fatos que poderiam acontecer o pior. Na verdade, o resultado acabou sendo magnifico em termo de espetáculo sobre a magia que atingiu deste que é considerado o maior torneio do futebol mundial. A grande final realizado no templo sagrado chamado Maracanã foi palco que já havia ocorrido por duas vezes em 1986 no México e Itália 1990. Alemanha e Argentina com todos os méritos lutaram bravamente com um objetivo em mente, neste caso levantar a cobiçada Taça Fifa diante da presença dos milhões de torcedores espalhados na terra incluindo esta pessoa que vos escreve, seja através dos bares, talvez residências e sobretudo na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente quem estava no estádio observando tudo e vibrando com tensão para cada lance durante todo os minutos  nos dois tempos, além do período na prorrogação.

A partida no seu panorama geral foi marcada pela ansiedade digna de uma final em Copas do Mundo na sua 20º edição onde aconteceu tudo que um apaixonado por futebol teve a honra em poder assistir ou apenas escutar mesmo que o país anfitrião depois de passar por seu pior vexame não estava lá presente para desfrutar deste feito histórico do futebol. A decisão houve sufoco entre ambos os lados, tanto no germânico como também o argentino. O gol do atacante Gonzalo Higuaín poderia até mesmo ter mudado os rumos da decisão, mas foi decretado impedimento correto da arbitragem que por tantas vezes cometeu grandes erros. Ainda teve Rodrigo Palacio desperdiçando um golaço ao encobrir o valente arqueiro Manuel Neuer, todavia estava o zagueiro Jérôme Boateng para tranquilizar os cidadãos alemães. Já outro lance que poderia ter levado o duelo para as penalidades foi na falta cobrada nos minutos finais da prorrogação pelo genial Leonel Messi como o principal astro da seleção Argentina, mas ele desperdiçou a principal chance. O jogo em sua maior parte contou com a pressão alemã diante da forte retranca dos argentinos arriscando algumas vezes os mortais contra-ataques.

O roteiro desta eletrizante final já dava sinais que novamente teríamos pela terceira vez assim como aconteceu nas finais de 1994 e 2006 pelas disputas angustiante das cobrança de pênaltis, sem contar o enorme desgaste tanto físico e mental estava afetando os jogadores em campo. Quando naquele instante aos sete minutos veio aquele momento imprevisível em uma finalização de oportunidade por parte do valente guerreiro Bastian Schweinsteiger, mesmo após ter sido massacrado pelos adversários contando até com um corte no rosto, mas sem desistir foi ele o autor da jogada mais importante pelo lado esquerdo e logo cruzou no alto para Mario Götze matar a bola no peito e chutar de perna esquerda para vencer o goleiro Sérgio Romero e colocar a pelota na rede fazendo o único gol da partida e assim garantir o tetracampeonato com muita vibração do povo alemão que não comemorava um título em Copas do Mundo desde 1990 depois de 24 anos como aconteceu com Brasil e Itália.

A Alemanha não só garantiu sua quarta estrela na história dos mundiais, mas confirmou de fato ter obtido o melhor ataque da competição e sobretudo aprendeu e se reinventou na maneira de jogar bola com muita dedicação e forte investimento desde as categorias de base até as principais equipes, além de garantir o recorde de ser a primeira seleção da Europa ao vencer uma Copa do Mundo fora de seu continente. Com o gol salvador de Gotze, o torneio também registrou ao todo 171 gols marcados e conseguiu empatar com a melhor média do mundial da França em 1998. Agora só nos resta poder relembrar os detalhes deste e já saudoso momento em que nos divertimos, seja na compra de figurinhas ou talvez contemplar bons momentos com os amigos a paixão pelo futebol.


 O próximo mundial será na Russia em 2018, que venha logo!

06/02/2013

SOBRENOMES DE CAMPEÕES BRASILEIROS E A DECEPÇÃO NA FÓRMULA 1

Sobrenomes de campeões brasileiros na F1
Nelson Piquet, Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi derão oito títulos ao Brasil na F-1
 
por Delano Braga

A Fórmula 1 2013 começou esta semana com as apresentações dos novos modelos das equipes e os primeiros testes para pré-temporada, e a confirmação definitiva de mais um brasileiro na categoria. Luiz Razia vai pilotar o carro número 22 da escuderia Marussia. Mas, diante dos fatos e toda história que envolve a maior categoria do automobilismo desde 1950, um ponto interessante chama atenção aos apaixonados pela velocidade. Trata-se dos sobrenomes de pilotos que não conseguiram as mesmas glórias e o sucesso que outros parentes próximos alcançaram, seja pela sorte ou talento de natureza própria. Contudo, alguns destes sobrenomes pôde demonstrar um pouco das caracteristicas genéticas e a velocidade correndo no sangue. Isso foi comprovado por dois títulos mundiais e quatro vencedores em provas, como no caso de Damon Hill (filho do ex-piloto Graham Hill e único campeão como seu pai). Jacques Villeneuve também filho do lendário Gilles que morreu em treino na corrida da Bélgica em 1982. O pai não obteve o título, mas o filho conseguiu justamente derrotar um carro Ferrari que marcou todo o arrojo e garra do grande piloto canadense. Villeneuve derrotou na época o bicampeão Michael Schumacher que também faz parte do grupo formado por sobrenomes famosos, porque seu irmão Ralf venceu seis corridas entre 2001 e 2003, dividindo curvas e ultrapassagens ao lado de seu único irmão. No ano passado outro piloto entrou para lista na etapa da China. Quando Nico Rosberg venceu sua primeira prova e ser filho do campeão Keke Rosberg. O pai é finlândes, mas seu primogenito é natural da Alemanha por causa da mãe, mas o gosto pela velocidade ficou interligado nos laços familiares. Como em caso de outros pilotos e seus parentescos arriscando suas vidas e os laços com os sentimentos fraternais.

Christian correu três anos na F-1 e hoje compete no Brasil e exterior

Os pilotos brasileiros também são exemplos sobre o peso que marca o sobrenome na categoria mais vista por milhões de telespectadores em todo mundo. Isso ocorreu justamente com nossos três campeões nacionais e detentores de oito títulos por mais de 40 anos. Contudo, o sucesso garantido por seus parentes mais velhos não aconteceu em relação ao mais jovens, seja motivos ligados a forte pressão da mídia em tentar mostrar uma esperança nostálgica por parte dos torcedores que acompanha toda temporada, desde os primeiros resultados concretos de vitórias e nas exposições da bandeira nacional nos pódios das corridas no início dos anos 70. Emerson Fittipaldi conquistou o bicampeonato mundial em 1972 e 1974 por Lotus e Mclaren. Passados 2o anos do primeiro título brasileiro na Fórmula 1, seu sobrinho Christian (foto) seguiu os mesmos passos de seu tio, irmão de seu pai Wilsinho que também foi piloto da categoria. Após três temporadas correndo pelas equipes Minardi (1992 e 1993), Arrows (1994) seus melhores resultados foram três quartos lugares, na corridas da África do Sul em 1993, nas provas do Pacifico e Alemanha em 1994. Após os resultados sem grande expressão, Christian Fittipaldi desistiu de competir na categoria e se aventurou pelas pistas dos Estados Unidos através da Fórmula Indy, na qual garantiu maior sucesso em relação quando pilotava um Fórmula 1. Após oito anos nas pistas americanas, ele se aventurou nas categorias de turismo, onde em janeiro Christian disputou as 24 horas de Daytona correndo ao lado de outro sobrenome brasileiro que será citado logo abaixo.

Sobrenome Piquet F1
Nelsinho hoje compete na Nascar Truck Series nos EUA

O outro pupilo em questão é Nelson Ângelo Piquet (foto), ou popularmente chamado de Nelsinho. O jovem é filho do tricampeão Nelson Piquet que competiu na Fórmula 1 por 13 temporadas e obteve 23 vitórias, além de ter garantido dois títulos com a escuderia Brabham nos anos de 1981 e 1983 e mais o terceiro com a Williams em 1987. Nelsinho se destacou não só pelo fato de ser filho de um campeão das pistas, mas pelas atuações quando corria de kart e nas aventuras através das categorias de base antes de garantir uma vaga na principal competição do velho continente, a F-1. Nelsinho apresentou grande desempenho nos circuitos sulamericanos e europeus que garantiu os títulos na F-3 Sulamericana em 2002 e na F-3 inglesa dois anos depois. Apesar do vice-campeonato da GP2 em 2006, perdendo a taça para Lewis Hamilton, Piquet Jr enfim fez sua estreia no ano de 2008 pela Renault, ao lado do bicampeão Fernando Alonso. No primeiro ano, ele obteve bons resultados como um quarto lugar na etapa do Japão e o seu único pódio na categoria, ficando em segundo na corrida da Alemanha em Hockenheim, atrás do próprio Hamilton grande rival na GP2 Series. Nelsinho terminou o campeonato com 19 pontos. Porém na temporada seguinte, o piloto talvez passou pelo maior constrangimento e o pior momento da carreira. Foram descobertos por membros da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) uma manobra da equipe Renault que gerou o maior alvoroso por causa de uma conduta rídicula e anti-esportiva na qual o próprio Nelsinho foi vítima e forjou uma batida no intuito de beneficiar seu companheiro Alonso e assim poder vencer a corrida de Cingapura no ano anterior. Houve denúncias graves que levou ao julgamento e inquéritos sobre o caso. O diretor da equipe Flávio Briatore foi condenado, contudo Nelsinho saiu inocente das acusações. Por outro lado, o brasileiro viu suas chances de continuar na Fórmula 1 se acabar de vez depois de toda esta situação. Após sair da categoria pela "porta dos fundos", o filho de Nelson Piquet destina-se atualmente nas competições da Nascar no Estados Unidos com boas atuações e conquistando vitórias. Quem sabe possa estar disputando os títulos na categoria da Truck Series nas pistas ovais do automobilismo americano.

Sobrenome Senna F1

Bruno vai competir no Mundial de Endurance (WEC)

 

O terceiro sobrenome trata-se de Bruno (foto), sobrinho do tricampeão Ayrton Senna. O piloto confirmou essa semana que não vai competir na Fórmula 1 por não ter garantido uma vaga como titular. Desde pequeno e por influência do tio famoso queria seguir os mesmos passos do campeão de 1988, 1990 e 1991 quando garantiu os títulos pela Mclaren. Após a morte do tio no circuito de Imola, o garoto teve que dar uma pausa na carreira. Após dez anos do falecimento de seu tio, Bruno Senna resolveu voltar a competir. Entre os anos 2005 à 2009, correu nas categorias de base antes da garantir uma vaga na Fórmula 1. Seu desempenho na GP2 em 2008 e o vice-campeonato chamou a atenção das escuderias da F-1. Ele fez testes pela Honda, mas pouco depois o time japonês acabou e ele não conseguiu correr naquele momento, quando competiu na Le Mans Series por um ano. Em 2010, Bruno Senna assinou um contrato com a estreante Campos, diante das novas equipes em acordo com entidade, e na boa estrutura do time espanhol. Todavia, a escuderia fechou as portas antes mesmo do campeonato começar e ele só conseguiu ir para pista graças a compra da estrutura pelo empresário José Ramon Carabante, sócio do time, que rebatizou como Hispania (HRT). O piloto sofreu muito ao correr no ano de estreia com o fraco chassi. Já em 2011, Bruno Senna assinou com a Renault para ser o reserva. Durante a temporada, após o acidente de Rali com Robert Kubica e o fraco desempenho de Nick Heidfeld na metade da temporada fizeram a equipe promove-lo para vaga de titular. 
 
A aventura durou oito etapas, e ele pouco pôde fazer com um carro que não estava mais desenvolvido. Bruno Senna, por sua vez, foi para Williams. Por contrato, foi obrigado a abrir mão de 75% no primeiro treino livre para o reserva Valtteri Bottas. Depois do fim da temporada, ele afirmou que seu desempenho foi prejudicado por falta das atividades de pista, mas admitiu que não fosse fazer tanta diferença. Na tentativa de permanecer na F-1, Bruno contou com um bom aporte financeiro. Apesar disso, optou por seguir um novo desafio na carreira, no mundial de Endurance pela Astron Martin, com objetivo de brigar por vitórias. A passagem de Bruno Senna na F-1 durou 46 corridas. O melhor resultado foi na Malásia, quando ficou em sexto lugar. O piloto marcou a volta mais rápida na Bélgica e fez sua despedida no Brasil onde se envolveu num acidente após a largada. Muito longe de repetir o desempenho de Ayrton Senna, Bruno teve que conviver com críticas e acusado por torcedores de não honrar o próprio sobrenome em comentários na internet. Outros consideram a passagem dele pela Williams como forma de "pagar uma dívida", quando seu tio Ayrton morreu pilotando o carro da equipe em 1994, considerado pelos os amantes do automobilismo como um dos piores fins de semana na história da Fórmula 1. 

Agora se avaliarmos bem a qualidade e todas as atuações destes "três sobrenomes de peso", vamos chegar a real conclusão que não é o grau de parentesco que vai medir a performace e as ações de sucesso somente pelo simples fato de possuir uma hierarquia ou características físicas em comum. Mas os mais ufanistas e patriotas sente justamente essa "decepção" em pensar que aquele piloto da família será tão vencedor como o seu antepassado. Mas no mundo que corre à Fórmula 1 o nepotismo nem sempre vence, mas sim as atitudes e a mágia que exerce o automobilismo no mundo.


11/01/2013

LIOENEL MESSI PODE SER CONSIDERADO UMA LENDA DO FUTEBOL?

messi lenda do futebol
Messi: apenas um grande jogador ou um fenômeno dos gramados?


                                                                                        
 
por Delano Braga

O argentino Lieonel Messi de 25 anos é o tipo de jogador de futebol que desperta uma relação de despresso ou admiração sobre os apaixonados por este esporte criado por Charles Miller. Messi tem uma postura diferenciada em comparação aos demais jogadores no atual momento. Muitos atletas atuando ao seu lado pelos times mais cobiçados e caros da Europa não conseguem adquirir tamanha facilidade, garra, e versatilidade quando destina-se ao aplicar um drible sobre seus adversários durante os dois tempos de uma partida. O camisa 10 do Barcelona consegue com sua simplicidade adquirir os mesmos conceitos do futebol arte que havia imensamente no passado e hoje faz dele uma referência em todos os fatores aplicados nas táticas e posturas dentro dos gramados. Mas isso nem sempre foi de glórias na carreira de Messi. Isso foi comprovado alguns anos, quano houve uma polêmica envolvendo duas vertentes daquelas pessoas mais desconfiadas e ainda dúvida de sua maestria. Messi na equipe Barcelona apresenta uma postura e um estilo de atuar diferente quando está atuando pela Seleção da Argentina e neste aspecto o jogador foi muito críticado tanto pelos especialistas da bola, quanto pelos cidadãos que torcem para a Argentina. Entretanto, o próprio jogador conseguiu no ano passado superar todas as expctativas, pelo simples erro na posição onde o jogador atuava no time espanhol. Após esse equívoco, só ajudou na sua popularidade como também sobre sua imagem, todavia criando uma conotação perfeita entre ser grande jogador de clube e da seleção na qual defende as cores do país onde nasceu em Rosário. 

Em 2012 percebemos que Lieonel Messi atingiu grandes feitos e quebras de recordes durante todo ano. Ele encerrou no final do ano como o maior goleador. De janeiro até dezembro, Messi balançou às redes 91 vezes, com isso registrou um feito inédito e bateu o recorde do jogador alemão Gerd Muller após 40 anos, autor de 86 gols em partidas oficiais em 1972. Sobre este feito, nem mesmo Pelé conseguiu almeijar esta façanha. Avaliando os critérios do jogador, podemos constatar que Messi já está na lista dos 100 maiores nomes da história do futebol, e ainda irão me críticar por estar relatando isso. Mas si pensarmos muito bem não podemos tirar conclusões do que Messi é ainda capaz de fazer nos próximos anos. O argentino conseguiu em pouco tempo conquistar os torneios mais importantes do planeta atuando por um clube de ponta e olha que vários jogadores ainda nem sabem o que é isto e vivem tenta apenas atuar em um time de tradição. Tudo bem que ele veio das categorias de base do Barcelona, mas nem por isso podemos menospresar seus feitos, afinal ele também "ralou" como todo garoto que tem por objetivo chegar ao caminho das conquistas na qual foi até obrigado há seguir um tratamento para poder crescer o nível de sua estatuta, sem falar dos inúmeros desafios que toda criança passa nas categorias de base e a postura atríbuida aos grandes times do mundo e, no caso do Barcelona a pressão é enorme. 

Messi soube contornar tudo isso com a força, determinação e dedicação. Agora ele pode garantir todos os méritos depois dos desafios superados. Tanto isso é verdade que faturou no último dia 07 o prêmio de melhor jogador do mundo pela quarta vez seguida e superou grandes feras do passado nessa lista, como Ronaldo e Zidane. Mas aí fica outro argumento a ser questionado. Lieonel Andrés Messi já pode estar na famosa lista dos dez melhores jogadores de todos os tempos do futebol ou ainda é cedo demais para as comparações com outras lendas da bola. Recentemente, Messi foi até analisado diante dos feitos obtidos por Pelé e de seu compatriota Maradona. Será que ele é tudo isso mesmo que estamos assistindo quando vemos ele jogar?

Fica aí outra suspeita aos mais rigorosos amantes do futebol que irão cobrar dele o sonhado título em uma Copa do Mundo. Contudo, podemos resaltar que ex-jogadores estando falecidos ou não são considerados por pesquisas entre os vinte maiores de todos os tempos, mas aí podemos resaltar que muitos destes nomes não conseguiu de fato ganhar um mundial atuando por uma seleção em Copas do Mundo. Temos como exemplos: Zico, Di Stéfano, Puskas, Platini, Eusébio, Cruijff e outros artistas da bola. Portanto, o artilheiro da última temporada vai sentir toda essa mesma pressão que grandes jogadores que apresentaram brilhantes performace ao longo de suas carreira não obteve o tal título de um mundial por seleções, como um feito máximo de um jogador. Mas ainda bem que o nome mais importante e famoso do futebol dos últimos anos tem tempo de sobras para poder pensar e alcançar esse grande objetivo. Assim Messi vai driblando os desafios e mostrando ao mundo em forma de gols e novos capítulos no fascinante mundo do futebol.